Wednesday, April 18, 2007

manifesto internacional contra o REACTOR nuclear EPR


manifesto internacional contra o REACTOR nuclear EPR


O GAIA assinou o manifesto internacional contra o REACTOR nuclear EPR e pelas Energias Alternativas

Mais de 1000 organizações em 46 países, personalidades, grupos locais e muitos indivíduos assinaram o apelo.

Quem ainda não assinou, pode-o fazer em:

http://www.stop-epr.org/spip.php?article64


assim como reenviar a informação e o apelo para todos os contactos (associações, grupos, sindicatos, partidos, assim como personalidades: cientistas, artistas, políticos e indivíduos) é na verdade essencial alargar ainda mais a lista de signatários.



GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental de Portugal
Email :
porto@gaia.org.pt
Site web :
http://www.gaia.org.pt/
Remarque : for a nuclear free future


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SEND THE TEXT BELOW TO YOUR CONTACTS
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As we did it, please, sign the international Call below against the french
nuclear reactor EPR.

Sign here :
http://www.stop-epr.org/spip.php?article64

Have a look of the signatories in 37 countries at :
http://www.stop-epr.org/spip.php?rubrique29
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International Call to NGOs, groups, trade unions, political parties and
personalities (scientists, artists, politicians...) and individuals.

No to nuclear reactor EPR, Yes to energy alternatives

Despite a huge nuclear overcapacity and even though it is becoming urgent to
develop a new energy consumption management and invest in renewable energy,
the French Government has asked EDF to build a new nuclear reactor, EPR
(European Pressurized Reactor), in Flamanville (Manche/ Normandy). The
French nuclear energy lobby is trying to brush aside any type of alternative
by presenting the public with a fait accompli and by imposing the
substitution of existing capacities for EPRs (European Pressurized Reactor)
in the future.

However, it is obvious that choosing EPR is a wrong decision from all
aspects :

- Energy : France doesn¹t need a big centralized electrical production
capacity for the next decades. Nuclear energy represents only 15% of French
final energy consumption and 3% of the world¹s. It is not a solution to
reverse climate change either.
- Economy : this extremely expensive project (billions of euros) will delay
the necessary redeployment of the French industry without addressing its
difficulties.
- Social aspects : the increasing demand for renewable energy will help
create many more jobs (up to 5 times more) and will be more adapted to the
future than nuclear energy. For the same investment, a wind power program
would lead to twice the amount of electricity production, for instance.
- Environment : EPR is not providing any response to the safety, security
and waste management problems which will burden future generations.

Because we refuse the perpetuation of nuclear threat on the planet ;
Because we deny the French nuclear lobby the right to impose a new reactor
on us (French people and the rest of the world) ;
Because we reject the confusion between state service to the public
(³service public d¹état²) and lobbying ;
Because we know this useless investment will end up as a burden on consumers
and future generations in France and elsewhere;
Because we want a future made of clean and renewable energies ;

Together, let¹s say NO to the EPR !

We sign the Call against the nuclear reactor EPR and we join for the
Cherbourg anti-EPR rally of April 15th - 16th, 2006 . This rally will also
be an opportunity to commemorate the Chernobyl 20th anniversary together.

NGOs, groups, personalities, trade unions, political parties, individuals
send your signature quickly :
http://www.stop-epr.org/spip.php?article64

Monday, April 16, 2007

Uma Europa sem armas nucleares


um manifesto que me parece “obrigatório” divulgar, até pelas menções no livro “Be the Change ...” à questão do armamento e dos seus impactos na (des)ordem mundial ...

creio que a Paz deve, antes de tudo o mais, ser a causa primordial de todos os seres e de cada ser individualmente ... a Paz começa em cada um de nós e acaba, talvez, na imprescindível negação da bárbarie da guerra ou qualquer forma de violência sobretudo militarista e organizada ...



EUROPA PELA PAZ

Uma Europa sem armas nucleares



Em todo o mundo, os cientistas e os artistas, os militares e os pacifistas, as mulheres e os homens, os jovens e os idosos, dizem: A guerra é um desastre!



A Europa representa para muitos uma aspiração, um modelo económico, uma referência cultural, a própria ideia de bem-estar e segurança social. A União Europeia cresce e há sempre novos países a pedirem para fazer parte da mesma.

A Europa quer “promover a paz, os seus valores e o bem-estar dos povos”, mas este desejo choca com uma realidade que nos últimos anos tem mudado velozmente: a guerra ao terrorismo; a ocupação do Iraque; o recurso à violência para resolver os conflitos internacionais, regionais e locais; a estratégia da guerra preventiva e sobretudo uma nova louca corrida ao armamento nuclear.

As declarações dos Estados Unidos da América e da França, sustentando a possibilidade de serem eles os primeiros a usar a bomba atómica contra o terrorismo, as afirmações do Japão sobre a possibilidade de entrar no mundo das armas atómicas para fins defensivos, a intenção do Irão e da Coreia do Norte de continuar com o seu programa nuclear, deixam toda a gente consternada.



A Europa, abdicando do seu papel de potência económica e cultural mundial, fragmentada nos seus governos nacionais e subordinada à estratégia política e militar dos Estados Unidos, aceita a instalação de novas bases, favorecendo o agravamento das tensões internacionais.

Ao invés, os povos em toda a Europa estão a pedir: Dêmos uma oportunidade à paz!



A Europa não deve apoiar nenhuma política que arraste o planeta para a catástrofe: está aqui em jogo a vida de milhões de pessoas, está em jogo o próprio futuro da humanidade. As armas nucleares têm que ser desmanteladas hoje, antes de ser usadas; depois será demasiado tarde. Os políticos têm de estar à altura da situação ou saírem de cena!



A Europa tem a oportunidade histórica de ser um modelo positivo e mobilizador para todos aqueles países que estão a entabular a integração regional na América Latina, na Ásia e em África. A Europa tem a oportunidade de pôr em marcha uma política internacional de distensão e de paz, que possa abrir os novos horizontes e os novos caminhos que o ser humano necessita de percorrer. A Europa tem a oportunidade de se pôr à cabeça de uma mudança de época como vanguarda da Nação Humana Universal.



Pedimos que a Europa escolha uma política de paz, decidida e não-violenta. Pedimos as seguintes medidas urgentes e irrenunciáveis:



- Uma Europa livre de armas nucleares, exigindo aos EUA a retirada de todos os dispositivos nucleares presentes nas bases da NATO e o seu desmantelamento, bem como a eliminação dos arsenais nucleares da França e do Reino Unido, como primeiros passos para pôr em marcha um programa de desarmamento nuclear global sob a supervisão da ONU.

- Declaração de ilegalidade das armas nucleares, de acordo com a sentença do Tribunal Internacional de 1996.

- O cancelamento de todo e qualquer acordo para a instalação ou ampliação de bases militares de potências estrangeiras no nosso território.

- A retirada das tropas de países europeus dos territórios ocupados.

- A procura da mediação diplomática e do diálogo para a solução dos conflitos.



Nas ruas das grandes cidades e nos seus subúrbios, nos pequenos centros urbanos e rurais da Europa, algo novo está a nascer: é uma sinfonia doce, mas potente, que, tal como um furacão, arrasa com cada injustiça, cada abuso, cada violência. Ninguém pode silenciá-la porque é a esperança mais profunda do ser humano!



Amigas e amigos de toda a Europa, construamos com a força da não-violência uma Europa de paz!



Praga, 22.02.2007

Giorgio Schultze


Tuesday, April 10, 2007

Feira Ecológica em Santa Maria de Lamas


A 20 de Março o GAIA esteve em Santa Maria de Lamas na Primeira Feira Ecológica do Colégio local, uma inciativa que decorreu com bastante sucesso a entusiasmo dos jovens alunos. Na banca do GAIA, graças ao activismo das Gaiatas de serviço, esteve o livro “Be the Change” ... escrito sobretudo a pensar nos jovens e para os jovens ...