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Wednesday, July 06, 2011

Oficina da Ecologia do Ser ao Ser da Ecologia

Oficina da Ecologia do Ser ao Ser da Ecologia

Feira Alternativa do Porto
Domingo, 10 de Julho, 11h00, no Espaço "Conversas na Relva"

Aparece e traz um/uma amig@ também!


Tuesday, June 28, 2011

WORKSHOP de ESCRITA CRIATIVA + “CULTURAL JAMMING” criativamente agitando consciências


““Somos o que fazemos para mudar o que somos”

nas ruas do Porto


Diariamente somos bombardeados com milhares de mensagens de vária ordem, mas sobretudo publicitárias. Todo o nosso espaço público, geográfico e cultural foi invadido por mensagens e símbolos de marcas omnipresentes que se imiscuíram de tar forma no nosso dia-a-dia que já mal conseguimos imaginar a vida sem elas.

Despidas de verdadeira essência ou sentido somos impelidos para comportamentos que mais não fazem que reforçar a nossa subserviência ao sistema mercantilista global e, sobretudo, incentivar-nos a esse ritual tantas vezes tão vazio como mecânico de consumir.

Os próprios meios de comunicação social, regra geral, mais não fazem do que produzir e reproduzir a “era do vazio” e as banalidades e futilidades da moda da agenda neoliberal.

Por outro lado o “cinzentismo” monolítico do “sistema” tomou conta das mais variadas dimensões do nosso quotidiano.

Espartilhado em fatos e gravatas de convenção o indivíduo, por vezes fechado no espaço amorfo de um escritório horas e horas a fio, mais não faz do que sócio-vegetar por aqui e por acolá preenchendo o vazio com algum dos muitos nadas que vão sendo, aqui e ali, oferecidos ou vendidos a preço de conveniência ou estatuto particular.

Chegados a este ponto de “lugar nenhum” coloca-se a questão?

Ainda existe espaço na nossa sociedade para o pensamento livre, irreverente e verdadeiramente transformador? Ainda existe espaço para a criatividade e liberdade de expressão não conformista ou conformada? Ainda existe espaço para que o ser possa ser e se expressar com toda a sua originalidade?


Na oficina de Escrita Criativa e Cultural Jamming vamos buscar, mas, sobretudo, criar caminhos alternativos de acção e transformação social começando, desde logo, nessa componente tão preponderante do todo social que é o indivíduo. Sobretudo do indivíduo empenhado numa mudança livre e criativa de um panorama social estagnado e cinzento.

Vamos praticar e testar diferentes técnicas de escrita criativa, abordar conceitos de intervenção cultural, nomeadamente em contexto urbano, e sobretudo vamos criar e recriar-nos a nós próprios também.


1ª parte

WORKSHOP de

ESCRITA CRIATIVA

ou de como usar a “língua” disfarçada de caneta – como quem diz - para dizer o que às vezes nem convém


6 de Julho, 4ªfeira, 18h30 - 20h30

local: BOMBARDA 566

Contribuição: 12,00 fmi´s


Materiais:

Caderno e ou folhas de rascunho, folhetos do Lidl, multas de trânsito

Caneta, lapis, pena, lata de spray, picareta

Data Limite de Inscrição:

4 de Julho, 2ªfeira,


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2ª parte

WORKSHOP de

CULTURAL JAMMING

ou de como usar a rua para algo mais do que nada


14 de Julho, 5ªfeira, 18h30 - 20h30

local: BOMBARDA 566

Contribuição: 12,00 fmi´s


Materiais:

Revistas, jornais, catálogos de moda, revista da La Redoute

Cola e tesoura, x-acto,

Data Limite de Inscrição:

12 de Julho, 3ªfeira,



WORKSHOP de

ESCRITA CRIATIVA

+

WORKSHOP de

CULTURAL JAMMING

Promoção especial leve 2 pague 1: 20 fmi´s


ORGANIZAÇÃO

TERRA na BOCA e projecto EduCACES

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prolongamento e possível desempate por grandes penalidades

WORKSHOP de

A VIDA (JÁ PARA NÃO DIZER a RUA) É TUA – ENTÃO USA-A


data e hora por definir (ou indefinir)

local: QUERIAS SABER NÃO Era?

Contribuição: A BOLSA OU a VIDA

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Facilitador (como quem diz): Pedro Jorge Pereira

Foi um dos fundadores do núcleo do Porto do Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, entre outras experiências de activismo e voluntariado noutras associações, sobretudo de cariz ambiental, com particular destaque também para a Associação Cultural Casa da Horta.
Editou e publicou através do Programa Capital Futuro do Programa Juventude, o livro “Be the change you want to see”, com um forte carácter pedagógico, destinado à educação ambiental e sensibilização para a importância da cidadania activa e eco-consciente na sociedade actual.

Dinamiza ainda, entre outros projectos e actividades, oficinas ligadas aos temas eco-sociologia, ambiente, ética e escreve artigos de reflexão/pensamento para diversas publicações digitais e em formato papel.

É licenciado em publicidade, com particular prelidecção pela área de escrita criativa e redacção publicitária. Isto se não contarmos com um pequeno compromisso pessoal de levar à completa aniquilição toda e qualquer actividade publicitária com fins estupidificantes.


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Mais informações e inscrições:


Pedro Jorge Pereira – PROJECTO EDUCACES

ecotopia2012@gmail.com

93 4476236

http://thechange2004.blogspot.com/


modo de inscrição:


Através de transferência do montante de metade do valor para o nib:

0035 0091 0000 7119 9001 3 (Caixa Geral Dep.) (*)

com o envio do respectivo comprovativo, e indicação de qual ou quais as actividades em que se inscreve, para:

ecotopia2012@gmail.com


(*) no caso de não realização do curso todos os valores de “sinalização” serão integralmente devolvidos, sendo para esse efeito útil a indicação do nib remetente


Thursday, June 09, 2011

Oficina sobre Consumo Crítico e Consciente - O3C´s - Visita Pedonal Guiada

Oficina sobre Consumo Crítico e Consciente - O3C´s

- Visita Pedonal Guiada

Dia 18 de Junho de 2011, Sábado, às 10h00

(duração aproximada: 2h30)

Inscrições Limitadas


As grandes firmas de relações públicas, de publicidade, de artes gráficas, de cinema, de televisão... têm, antes de mais, a função de controlar os espíritos. É necessário criar "necessidades artificiais" e fazer com que as pessoas se dediquem à sua busca, cada um por si, isolados uns dos outros. Os dirigentes dessas empresas têm uma abordagem muito pragmática: "É preciso orientar as pessoas para as coisas superficiais da vida, como o consumo." É preciso criar muros artificias, aprisionar as pessoas, isolá-las umas das outras.”

Noam Chomsky


É um "lugar comum" dizer-se que a nossa sociedade se globalizou. No entanto, talvez seja mais difícil compreendermos ou reflectirmos sobre as mais diversas formas e repercussões dessa mesma globalização na nossa realidade do dia-a-dia. Sobre as implicações concretas que esse fenómeno tão crucial adquire para cada um de nós e reais impactos no tecido social da nossa cidade/comunidade.

Numa sociedade dita de consumo cerca de 20% da população dos países ditos “mais desenvolvidos” consome cerca de 80% dos recursos. Esse consumo, ou para se ser mais exacto, consumismo, tido como “normal” e até intrínseco no nosso modo de vida tem no entanto pesadas implicações ambientais e sociais. A nível ecológico é desastrosa a forma como a nossa espécie tem vindo a levar à exaustão os mais diversos recursos naturais do planeta, provocando uma destruição sem ímpar dos habitats selvagens da Terra. Para além disso, e paradoxalmente, uma grande parte dos bens produzidos (quase 90%) são produzidos para uma utilização efémera (uma única vez) e muitas vezes por breves segundos, sendo depois responsáveis pela produção de toneladas e toneladas de resíduos cujo tratamento implica também, ele próprio, uma elevada factura ecológica e económica.

Tendo-se os nossos hábitos de consumo (ou maus hábitos) tornado tão banais e inconscientes, a questão que urge lançar é: de que forma podemos fazer a diferença? Para mudar positivamente o nosso estilo de vida adoptando comportamentos e hábitos mais conscientes e positivos do ponto de vista ecológico e social?

Por outro lado, o Porto como o conheciamos, como uma cidade caracterizada por uma enorme tradição e vitalidade do seu comércio tradicional tem vindo também a sofrer diversas transformações. Saber quais, como e exactamente de que forma são os desafios que a Oficina de Consumo Crítico e Consicente vem lançar. Entre mil e uma outras questões e reflexões que vamos encontrar nas ruas, esquinas e lojas da cidade.

É pois uma oficina que é também uma viagem de reflexão, debate e partilha de experiências e memórias através de cores, aromas e lugares nevrálgicos para a actividade económica, cultural e social da cidade do Porto.É uma viagem “viva” sobre alguns dos efeitos da globalização económica na nossa comunidade local, assim como um exercício prático de reflexão sobre as nossas escolhas e a forma como elas influenciam a realidade económica, social e ambiental da nossa comunidade.


Formador: Pedro Jorge Pereira, Activista e Formador Eco-Social

Data: 18 de Junho de 2011, Sábado, às 10h00,

Ponto de Encontro: em frente à C.M.do Porto junto à estátua de Almeida Garret


Inscrições: e-mail.: ecotopia2012@gmail.com telm.: 93 4476236

Contribuição sugerida: 4 trocos


Indicações:

Levar roupa a calçado confortável pois, no essencial, a oficina consiste numa visita pedonal guiada.

Percurso sujeito às condições climatéricas existentes. A confirmação será enviada por e-mail até 24h anteriores à actividade.

Trazer roupa, calçado confortável e água.

A actividade tem um carácter informal e pessoal pelo que não se encontra coberta por qualquer tipo de seguro, sendo que a responsabilidade por qualquer acidente é da inteira responsabilidade dos participantes.

Monday, May 02, 2011

WORKSHOP ESCRITA CRIATIVA e “CULTURAL JAMMING” 7 de Maio, Sábado, 15h00 - 18h00, IMPULSO INTEGRAL

““Somos o que fazemos para mudar o que somos”

nas ruas do Porto


Diariamente somos bombardeados com milhares de mensagens de vária ordem, mas sobretudo publicitárias. Todo o nosso espaço público, geográfico e cultural foi invadido por mensagens e símbolos de marcas omnipresentes que se imiscuíram de tar forma no nosso dia-a-dia que já mal conseguimos imaginar a vida sem elas.

Despidas de verdadeira essência ou sentido somos impelidos para comportamentos que mais não fazem que reforçar a nossa subserviência ao sistema mercantilista global e, sobretudo, incentivar-nos a esse ritual tantas vezes tão vazio como mecânico de consumir.

Os próprios meios de comunicação social, regra geral, mais não fazem do que produzir e reproduzir a “era do vazio” e as banalidades e futilidades da moda da agenda neoliberal.

Por outro lado o “cinzentismo” monolítico do “sistema” tomou conta das mais variadas dimensões do nosso quotidiano.

Espartilhado em fatos e gravatas de convenção o indivíduo, por vezes fechado no espaço amorfo de um escritório horas e horas a fio, mais não faz do que sócio-vegetar por aqui e por acolá preenchendo o vazio com algum dos muitos nadas que vão sendo, aqui e ali, oferecidos ou vendidos a preço de conveniência ou estatuto particular.

Chegados a este ponto de “lugar nenhum” coloca-se a questão?

Ainda existe espaço na nossa sociedade para o pensamento livre, irreverente e verdadeiramente transformador? Ainda existe espaço para a criatividade e liberdade de expressão não conformista ou conformada? Ainda existe espaço para que o ser possa ser e se expressar com toda a sua originalidade?


Na oficina de Escrita Criativa e Cultural Jamming vamos buscar, mas, sobretudo, criar caminhos alternativos de acção e transformação social começando, desde logo, nessa componente tão preponderante do todo social que é o indivíduo. Sobretudo do indivíduo empenhado numa mudança livre e criativa de um panorama social estagnado e cinzento.

Vamos praticar e testar diferentes técnicas de escrita criativa, abordar conceitos de intervenção cultural, nomeadamente em contexto urbano, e sobretudo vamos criar e recriar-nos a nós próprios também.


Materiais:

Revistas

Cola e tesoura

Caderno para escrever


Facilitador: Pedro Jorge Pereira

Foi um dos fundadores do núcleo do Porto do Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, entre outras experiências de activismo e voluntariado noutras associações, sobretudo de cariz ambiental, com particular destaque também para a Associação Cultural Casa da Horta.
Editou e publicou através do Programa Capital Futuro do Programa Juventude, o livro “Be the change you want to see”, com um forte carácter pedagógico, destinado à educação ambiental e sensibilização para a importância da cidadania activa e eco-consciente na sociedade actual.

Dinamiza ainda, entre outros projectos e actividades, oficinas ligadas aos temas eco-sociologia, ambiente, ética e escreve artigos de reflexão/pensamento para diversas publicações digitais e em formato papel.

É licenciado em publicidade, com particular prelidecção pela área de escrita criativa e redacção publicitária.

WORKSHOP

ESCRITA CRIATIVA e “CULTURAL JAMMING”


7 de Maio, Sábado, 15h00 - 18h00

duração aproximada: 2 a 3 horas

local

IMPULSO INTEGRAL

Thursday, March 17, 2011

Oficina sobre Consumo Crítico e Consciente O3C´s, Dia 26 de Março de 2011, Sábado, às 10h00

Oficina sobre Consumo Crítico e Consciente

O3C´s

Dia 26 de Março de 2011, Sábado, às 10h00

(duração aproximada: 3h00)

Inscrições Limitadas


As grandes firmas de relações públicas, de publicidade, de artes gráficas, de cinema, de televisão... têm, antes de mais, a função de controlar os espíritos. É necessário criar "necessidades artificiais" e fazer com que as pessoas se dediquem à sua busca, cada um por si, isolados uns dos outros. Os dirigentes dessas empresas têm uma abordagem muito pragmática: "É preciso orientar as pessoas para as coisas superficiais da vida, como o consumo." É preciso criar muros artificias, aprisionar as pessoas, isolá-las umas das outras.”

Noam Chomsky


É um "lugar comum" dizer-se que a nossa sociedade se globalizou. Talvez seja mais difícil, no entanto, compreendermos ou reflectirmos sobre as mais diversas formas e repercussões dessa mesma globalização na nossa realidade do dia-a-dia. Nunca como hoje os bens que consumimos vieram tanto e de locais tão distantes do nosso planeta. Mas que implicações concretas esse facto terá para cada um de nós?

Numa sociedade dita de consumo cerca de 20% da população dos países ditos “mais desenvolvidos” consome cerca de 80% dos recursos. Esse consumo, ou para se ser mais exacto, consumismo, tido como “normal” e até intrínseco no nosso modo de vida tem no entanto pesadas implicações ambientais e sociais. A nível ecológico é desastrosa a forma como a nossa espécie tem vindo a levar à exaustão os mais diversos recursos naturais do planeta, provocando uma destruição sem ímpar dos habitats selvagens da Terra. Para além disso, e paradoxalmente, uma grande parte dos bens produzidos (quase 90%) são produzidos para uma utilização efémera (uma única vez) e muitas vezes por breves segundos, sendo depois responsáveis pela produção de toneladas e toneladas de resíduos cujo tratamento implica também, ele próprio, uma elevada factura ecológica e económica. De entre esses resíduos destacam-se os plásticos, muitos vezes particularmente complexos em termos de reciclagem e recuperação, e outros materiais que quando libertados no meio ambiente natural provocam danos bastante sérios nos ecossistemas e nas espécies animais (muitas aves e mamíferos marinhos, por exemplo, morrem por asfixia devido à ingestão dos mesmos).

A nível económico e social (instâncias que desde logo se encontram intimamente associadas, se é que existe qualquer separação sequer, aos aspectos ecológicos dos fenómenos) os impactos da dita mundialização da economia (outra forma talvez de designar um fenómeno com uma agenda ideológica bem marcada como é o do neoliberalismo) estão longe de se traduzir em efeitos muito positivos para as comunidades locais.

Tendo-se os nossos hábitos de consumo (ou maus hábitos) tornado tão banais e inconscientes, a questão que urge lançar é: o que podemos nós fazer para fazer a diferença? Para mudar positivamente o nosso estilo de vida adoptando comportamentos e hábitos mais conscientes e positivos do ponto de vista ecológico e social?

A proposta da Oficina sobre Consumo Crítico e Consciente é uma viagem de reflexão sobre o nosso estilo de vida através de cores, aromas e lugares nevrálgicos para a actividade económica, cultural e social da cidade do Porto, cidade de resto bem conhecida pelo seu “Comércio”. É uma viagem “viva” sobre alguns dos efeitos da globalização económica na nossa comunidade local, assim como um exercício prático de reflexão sobre as nossas escolhas e opções enquanto cidadãos consumidores, nomeadamente em termos de pegada ecológica e atitude cívica.

As questões mais fundamentais a colocar são contudo:

Podemos viver sendo parte da solução em vez de parte nesse tremendo problema actual que consiste na quantidade de resíduos que produzimos diariamente? Podemos consumir de forma bem mais consciente? Conhecemos bem a realidade sócio-económica do comércio na nossa cidade e comunidade local? Podemos viver consumindo menos mas melhor? Podem as nossas escolhas e opções enquanto cidadãos fazer a diferença?

É a resposta a essas e muitas outras questões que certamente surgirão que iremos tentar desvendar nas ruas da cidade do Porto.


Facilitador: Pedro Jorge Pereira - Activista Eco-Social e Formador

Apoio: Casa da Horta – Associação Cultural

Participação limitada ao número de vagas existentes. Prioridade por ordem de inscrição.


Dia 26 de Março de 2011, Sábado, às 10h00

(duração aproximada: 3h00)

Inscrições Limitadas


Ponto de Encontro: Av. dos Aliados, em frente à C.M. do Porto, junto à estátua de Almeida Garret

(Percurso essencialmente de rua e, portanto, sujeito às condições climatéricas existentes. A confirmação será enviada por e mail até 24h anteriores à actividade. Trazer roupa e calçado confortável. )


Contribuição: 5,00*

* Para auto-financiamento do projecto de sensibilização e trabalho formativo


Data Limite das Inscrições:

24 de Março, 5ªfeira


Contactos, informações e Inscrições:


Pedro Jorge Pereira

93 4476236

ecotopia2012@gmail.com


http://casadahorta.pegada.net/entrada/2011/03/17/oficina-sobre-consumo-critico-e-consciente-o3c%C2%B4s-dia-26-de-marco-de-2011-sabado-as-10h00/

http://thechange2004.blogspot.com/2011/03/oficina-sobre-consumo-critico-e.html


Thursday, February 24, 2011

II Jornadas Galego - Portuguesas de Edicação Independente, Domingo, 6 de Março, 15h, palestra no Gato Vadio

Uma excelente programação para a qual tive a honra de ser convidado para o seguinte evento:

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6 DE MARÇO

“Ser ecológico" numa era pós-industrial e em plena globalização

Oficina com Pedro Jorge Pereira (activista e formador eco-social)

6 de Março, domingo, 15h

Gato Vadio

Monday, February 21, 2011

Ao (re)Encontro da NATUREZA MÃE Oficina de regresso às Raízes e Mudança, 24 de Fevereiro, 5ªfeira, 19h00

Que tristeza pensar que a Natureza fala e o ser humano não a escuta”

Victor Hugo


O Ser Humano tem vindo a perder muitas das suas ligações ancestrais com a Terra Mãe, juntamente com tradições, conhecimentos e até identidade. Tem vindo a perder ligação ao ciclos ancestrais, à sabedoria dos rios e das montanhas, à energia das plantas e da Terra.

O Ser Humano vive cada vez mais em altas torres de cimento e betão, longe do odor das ervas silvestres, e o seu alimento vem de partes distantes do mundo produzido não se sabe por quem e em que condições (ou não é de todo conveniente saber).

O ser Humano olha para os outros filhos da Mãe Terra (das espécies não humanas, e também para os seus semelhantes da sua própria espécie) com arrogância e do alto de toda a sua superioridade que não é senão ilusória e nefasta.

O Ser Humano desumanizou-se vivendo cativo de um ego que busca uma constante e efémera gratificação aparente e superfical, quer no mundo dos bens materiais quer na sociedade das aparências e da ganância de poder.

O Ser Humano desumanizou-se e, em muitos casos, é também cada vez menos “Ser”.

O Ser Humano tem vindo a perder as suas Raízes, e com elas a sua ligação à Terra Mãe que o nutre, cuida e ama incondicionalmente.

Por vivemos cada vez mais em cidades desumanizadas, em habitats cada vez mais artificiais, com um estilo de vida cada vez mais artificial, significa que a Mãe Natureza morreu dentro e fora de nós?

A Oficina de “Ao Encontro da NATUREZA MÃE” é uma viagem sem rumo muito definido (como as curvas sinuosas de um rio) ao encontro e de regresso à TERRA MÃE.

Como sentirmos, procurarmos e encontrarmos as nossas raízes primoridais mesmo num contexto de tão acentuadas e abruptas mudanças civilizacionais (muitas vezes, talvez, não na melhor direcção).

Não há um porquê, um como, há simplesmente um fluir desse magnífico milagre que é o SER.

Numa primeira parte iremos sobretudo reflectir sobre os caminhos que a nossa civilização se encontra a percorrer e numa segunda parte iremos, sobretudo, reflectir nos caminhos que cada um de nós próprios poderá percorrer para ir mais, no nosso próprio dia-a-dia urbano, ao encontro da Mãe Natureza.


Facilitador: Pedro Jorge Pereira, Formador Eco-Social e Dinamizador de Projectos de Intervenção.

Foi um dos fundadores do núcleo do Porto do Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, entre outras experiências de activismo e voluntariado noutras associações, sobretudo de cariz ambiental, com particular destaque também para a Associação Cultural Casa da Horta.
Editou e publicou através do Programa Capital Futuro do Programa Juventude, o livro “Be the change you want to see”, com um forte carácter pedagógico, destinado à educação ambiental e sensibilização para a importância do voluntariado no mundo actual.

Dinamiza ainda, entre outros projectos e actividades, oficinas ligadas aos temas eco-sociologia, ambiente, ética e escreve artigos de reflexão/pensamento para diversas publicações digitais e em formato papel. Blog “Be the Change you Want to See...”:

http://thechange2004.blogspot.com/

Dinamiza ainda um projecto na área da alimentação vegetariana natural, designado "Segredos da Horta", dada a importância que alimentação adquire naquilo que é a sua visão do mundo e da consciência que urge desenvolver em cada indivíduo a esse nível. O blog:
http://segredosdahorta.blogspot.com/

Acima de tudo, e antes de tudo, procura reencontrar em si mesmo e no seu ambiente exterior esse força sublime, pura e incondicional da própria Mãe Natureza.


OFICINA “Ao Encontro da NATUREZA MÃE”

Oficina de regresso às Raízes e Mudança


24 de Fevereiro, 5ªfeira, 19h00

duração aproximada: 2 a 3 horas

Porto

QUINTAL BioShop


Contribuição: 10 euros


Recomendações: levar roupa confortável e alimento vegetariano para partilhar entre tod@s


Mais informações e inscrições:

222 010 008

e-mail: mail@quintalbioshop.com

www.quintalbioshop.com

http://blogdoquintal.blogspot.com



http://blogdoquintal.blogspot.com/2011/02/oficina-ao-encontro-da-natureza-mae.html


Wednesday, January 26, 2011

Ao Encontro da NATUREZA MÃE Oficina de regresso às Raízes e Mudança, 4 de Fevereiro de 2011, 6ªfeira, 19h00, Escolha Harmoniosa

4 de Fevereiro, 6ªfeira, 19h00

duração aproximada: 2 a 3 horas

ESPAÇO: ESCOLHA HARMONIOSA

Que tristeza pensar que a Natureza fala e o ser humano não a escuta
Victor Hugo

O Ser Humano tem vindo a perder muitas das suas ligações ancestrais com a Terra Mãe, juntamente com tradições, conhecimentos e até identidade. Tem vindo a perder ligação ao ciclos ancestrais, à sabedoria dos rios e montanhas, à energia das plantas e da Terra.

O Ser Humano vive cada vez mais em altas torres de cimento e betão, longe do odor das ervas silvestres, e o seu alimento vem de partes distantes do mundo produzido não se sabe por quem e em que condições (ou não é de todo conveniente saber). O ser Humano olha para os outros filhos da Mãe Terra (das espécies não humanas, e também para os seus semelhantes da sua própria espécie) com arrogância e do alto de toda a sua superioridade que não é senão ilusória e nefasta.

O Ser Humano desumanizou-se vivendo cativo de um ego que busca uma constante e efémera gratificação aparente e superfical, quer no mundo dos bens materiais quer na sociedade das aparências e da ganância de poder. O Ser Humano desumanizou-se e, em muitos casos, é também cada vez menos “ser”.

O Ser Humano tem vindo a perder as suas Raízes, e com elas a sua ligação à Terra Mãe que o nutre, cuida e ama incondicionalmente. Por vivemos cada vez mais em cidades desumanizadas, em habitats cada vez mais artificiais, com um estilo de vida cada vez mais artificial, significa que a Mãe Natureza morreu dentro e for a de nós?

A Oficina de “Ao Encontro da NATUREZA MÃE” é uma viagem sem rumo muito definido (como as curvas sinuosas de um rio) ao encontro e de regresso à TERRA MÃE. Como sentirmos, procurarmos e encontrarmos as nossas raízes primoridais mesmo num contexto de tão acentuadas e abruptas mudanças civilizacionais (muitas vezes, talvez, não na melhor direcção). Não há um porquê, um como, há simplesmente um fluir desse magnífico milagre que é o SER.

Numa primeira parte iremos sobretudo reflectir sobre os caminhos que a nossa civilização se encontra a percorrer e numa segunda parte iremos, sobretudo, reflectir nos caminhos que cada um de nós próprios poderá percorrer para ir mais, no nosso próprio dia-a-dia urbano, ao encontro da Mãe Natureza.

Facilitador: Pedro Jorge Pereira
Foi um dos fundadores do núcleo do Porto do Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, entre outras experiências de activismo e voluntariado noutras associações, sobretudo de cariz ambiental, com particular destaque também para a Associação Cultural Casa da Horta.
Editou e publicou através do Programa Capital Futuro do Programa Juventude, o livro “Be the change you want to see”, com um forte carácter pedagógico, destinado à educação ambiental e sensibilização para a importância do voluntariado no mundo actual. Dinamiza frequentemente Oficinas ligadas ao tema e escreve artigos de reflexão/pensamento para diversas publicações digitais e em formato papel.
Dinamiza ainda um projecto na área da alimentação vegetariana natural, designado "Segredos da Horta", dada a importância que alimentação adquire naquilo que é a sua visão do mundo e da consciência que urge desenvolver em cada indivíduo a esse nível.
O blog: http://segredosdahorta.blogspot.com/
Acima de tudo, e antes de tudo, é um ser que procura reencontrar em si mesmo e no seu ambiente exterior esse força sublime, pura e incondicional da própria Mãe Natureza.

OFICINA “Ao Encontro da NATUREZA MÃE”

4 de Fevereiro, 6ªfeira, 19h00
duração aproximada: 2 a 3 horas

Porto
ESPAÇO: ESCOLHA HARMONIOSA

Contribuição: 10 euros

Mais informações e inscrições: http://www.escolha-harmoniosa.pt/

Wednesday, November 24, 2010

Oficina sobre Consumo Crítico e Consciente O3C´s - Sábado 27 de Novembro

Oficina sobre Consumo Crítico e Consciente

O3C´s

Dia 27 de Novembro, Sábado, às 10h00

(duração aproximada: 2h00, 2h30)


Ponto de Encontro: Av. dos Aliados, em frente à C.M. Do Porto, junto à estátua de Almeida Garret

Inscrições Limitadas e Gratuitas


(possibilidade opcional de almoço vegetariano conjunto de tod@s participantes, após a oficina, na Casa da Horta – Associação Cultural, trazer também roupa e calçado confortável para caminhar)


É um "lugar comum" dizer-se que a nossa sociedade se globalizou. Talvez seja mais difícil, no entanto, compreendermos ou reflectirmos sobre as mais diversas formas e repercussões dessa mesma globalização na nossa realidade do dia-a-dia. Nunca como hoje os bens que consumimos vieram tanto e de locais tão distantes do nosso planeta. Mas que implicações concretas esse facto terá para cada um de nós?

Numa sociedade dita de consumo cerca de 20% da população dos países ditos “mais desenvolvidos” consome cerca de 80% dos recursos. Esse consumo, ou para se ser mais exacto, consumismo, tido como “normal” e até intrínseco no nosso modo de vida tem no entanto pesadas implicações ambientais e sociais. A nível ecológico é desastrosa a forma como a nossa espécie tem vindo a levar à exaustão os mais diversos recursos naturais do planeta, provocando uma destruição sem ímpar dos habitats selvagens da Terra. Para além disso, e paradoxalmente, uma grande parte dos bens produzidos (quase 90%) são produzidos para uma utilizaçõa efémera (uma única vez) sendo depois responsáveis pela produção de toneladas e toneladas de resíduos cujo tratamento implica também, ele próprio, uma elevada factura ecológica. De entre esses resíduos destacam-se os plásticos, muitos vezes particularmente complexos em termos de reciclagem e recuperação, e outros materiais que quando libertados no meio ambiente natural provocam danos bastante sérios nos ecossistemas e nas espécies animais (muitas aves e mamíferos marinhos, por exemplo, morrem por asfixia devido à ingestão dos mesmos).

A nível económico e social (instâncias que desde logo se encontram intimamente associadas, se é que existe qualquer separação sequer, aos aspectos ecológicos dos fenómenos) os impactos da dita mundialização da economia (outra forma talvez de designar um fenómeno com uma agenda ideológica bem marcada como é o neoliberalismo) estão longe de se traduzir em efeitos muito positivos para as comunidades locais.

Tendo-se os nossos hábitos de consumo (ou maus hábitos) tornado tão banais e inconscientes e questão que urge lançar é: o que podemos nós fazer para fazer a diferença? Para mudar positivamente o nosso estilo de vida adoptando comportamentos e hábitos mais conscientes e positivos do ponto de vista ecológico e social?

A proposta da Oficina sobre Consumo Crítico e Consciente é uma viagem de reflexão sobre o nosso estilo de vida através de lugares, cores e aromas nevrálgicos para a actividade económica, cultural e social da cidade do Porto. É uma viagem “viva” sobre alguns dos efeitos da globalização económica na nossa comunidade local, assim como um exercício prático de reflexão sobre as nossas escolhas e opções enquanto cidadãos consumidores, nomeadamente em termos de pegada ecológica. Podemos viver consumindo menos e melhor? Podemos viver sendo parte da solução em vez de parte nesse tremendo problema actual que consiste na quantidade de resíduos que produzimos diariamente?

A resposta a essa e muitas outras questões que certamente surgirão poderemos encontrar no coração da própria cidade invicta.

Facilitador: Pedro Jorge Pereira - Activista Eco-Social e Formador

Organização: Futuros Sentidos e Casa da Horta


Contactos e Inscrições:


Pedro Jorge Pereira

93 4476236

ecotopia2012@gmail.com


ou:


Futuros Sentidos

918744241

futurossentidos@gmail.com

http://futurossentidos.wordpress.com/